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Utilização dos globos Libreria

ico_manualAntes de saber como utilizar seu globo, tome nota de algumas informações importantes!

 

Cuidados com o globo

O material usado na confecção do globo é da mais alta qualidade. Merece ser cuidado e conservado como a uma jóia. Quando não em uso, por exemplo, conserve-o em local limpo e seguro, protegido de sujeira, quedas, choques e atritos. Evite sua exposição prolongada aos raios solares e em hipótese alguma exponha-o ao fogo. Evite sobretudo utilizá-lo com as mãos sujas para não manchá-lo, principalmente com tintas e produtos graxos.

Havendo necessidade de fazer traçados, marcas ou sinais sobre o globo, utilize giz ou lápis de ponta mole ou gordurosa. Para remover traços e sinais feitos, passe suavemente um pano ou flanela. A remoção de poeira, manchas e marcas de dedos pode ser feita com um pano seco ou ligeiramente umedecido.

O Globo Terrestre, agora em sua mãos, é uma verdadeira máquina do tempo que pode levá-lo a todos os lugares e épocas, enriquecendo o seu acervo de conhecimentos sobre o mundo em que vivemos.

 

História do globo terrestre

No que se refere especificamente aos globos, o primeiro deles foi construído por Crates, um gramático da Grécia, 150 a.C. Foram os gregos que estabeleceram o sistema de coordenadas, até hoje adotado, com base na teoria da esfericidade da Terra.

Em 1492, Behaim fez um globo com 25 cm de diâmetro.

Em 1523, Schoener construiu um globo focalizando a América como um grande continente e não como um mero agrupamento insular.

Mercator e Hondius foram os iniciadores da produção cartográfica como indústria. Em 1572, o astrônomo Brahe construiu um globo de dois metros e von Holstein-Gottorp, em 1664, construiu um outro de 3 metros de diâmetro, representando o firmamento e no seu interior, tinham acesso diversas pessoas a um só tempo.

Em 1680, um pouco antes, Coronelli construiu um globo com quase cinco metros de diâmetro, cabendo no seu interior, de uma só vez, nada menos do que 30 pessoas, admitidas por uma porta cuja largura permitia a passagem de mais de um visitante de cada vez. Mas foi no século XVIII, que os globos terrestres se popularizaram, graças aos globos de bolso ou mini-globos.

Ferguson, em 1760, idealizou globos de dimensões notavelmente reduzidas que podiam ser colocados no bolso e levados para qualquer lugar. O produto teve larga aceitação, principalmente entre os ingleses.

A pioneira na fabricação de Globos no Brasil foi, sem dúvida,  a Libreria Editora, sediada no Estado de São Paulo. Dedica-se ao ramo editorial desde 1974, data da sua fundação, e a partir de 1978, com vultuosos investimentos e extenuantes pesquisas, iniciou o desenvolvimento do projeto “GLOBO TERRESTRE”.

Em 1981, com constantes investimentos e aprimoramentos tanto na área de cartografia como de produção e fabricação, iniciou a confecção do Globo Terrestre com 30 cm de diâmetro.

A partir de 1984, já possuindo um know-how muito desenvolvido e uma tecnologia de produção totalmente própria, desenvolveu ferramentas e linha de produção de um globo com 21 cm de diâmetro e com uma grande novidade: iluminação interna, que possibilita, quando apagado, representar o mundo físico, e quando aceso, o mundo político do Globo.
A partir daí, a utilização de globos no Brasil, que não mais precisavam ser importados da Europa ou Estados Unidos, generalizou-se amplamente.

Hoje, o uso do Globo Terrestre tornou-se corriqueiro, face a sua indispensabilidade como instrumento de eficiente orientação.

Agora que você conhece a história do globo terrestre, saiba como se utiliza e assim, tirar melhor proveito do seu globo:

 

COMO É O GLOBO TERRESTRE

Modernamente, os Globos Terrestres são construídos dentro de padrões que atendem a todas as necessidades e se adaptam a todos os problemas relacionados com o planeta que habitamos. O globo que agora você tem em mãos é, portanto, o que se pode desejar de mais avançado e mais completo nesse particular.

Vamos, agora, descrevê-lo sucintamente:

 

INCLINAÇÃO

O Globo Terrestre, atravessado por um eixo inclinado em 23º , 30º representando os polos, está cortado ao centro por uma linha perpendicular, representando o Equador.

A inclinação do eixo do globo corresponde à inclinação da Terra. A Terra, durante o movimento de translação tem o seu eixo permanente orientado na direção da Estrela Polar, com a inclinação exata de 23º, 27º arredondada para 23º, 30º para facilitar os cálculos.

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SISTEMAS DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS

coordenadas-geograficas

 

A localização de um ponto qualquer da Terra exige indispensavelmente o estabelecimento de coordenadas.  Quem está num ponto fixo, em casa ou na escola, pela simples consulta do quadro de latitudes e longitudes, sabe

que o Rio de Janeiro está a 23.S e 42.W.  Mas quem está a bordo de um barco perdido num ponto qualquer do oceano tem de fazer certos cálculos indispensáveis se quiser ser localizado.

A esses cálculos dá-se o nome de Coordenadas. Tomemos por base uma casa à beira mar, localizada a 100 metros da praia, em frente e a 40 metros das avenidas de lado.

Utiliza duas posições básicas, fundamentais para localizar qualquer ponto da Terra: O EQUADOR e o MERIDIANO DE GREENWICH.

 

O EQUADOR

equador

O Equador, divide a Terra em dois hemisférios, cada um correspondendo a um polo ou seja, Hemisfério Norte e Hemisfério Sul.

O Equador, portando, é o traçado rigorosamente calculado e centrado no globo, dividindo-o em duas partes exatamente iguais. Hemisfério significa metade de uma esfera.

O diâmetro do Equador é de 12.756 km, a partir do qual a Terra é dividida em duas.  Os hemisférios, portanto, começam cada um de um lado do Equador e terminam nos polos correspondentes.

 

LATITUDE E LONGITUDE

No Globo representativo da Terra há duas linhas principais de referência para as coordenadas que são:

1. A linha do Equador é que divide o globo em Hemisfério Norte e Hemisfério Sul.

2. A linha do meridiano de origem é a que corre de polo a polo, atravessando-os.

 

Assim, tais linhas envolvem o globo tanto em extensão quanto em profundidade.

 

latitude-longitude

 

O meridiano de origem é sempre o Meridiano de Greenwich, representado no nosso globo por uma cota azul, que no Equador coincide com 0º. Para se determinar as latitudes, são usados os paralelos, que são linhas paralelas

ao Equador, que vão de 0° a 90º a partir do equador, determinando a latitude norte ou sul.

A longitude, de 0° a 180º é determinada pelos Meridianos, a partir do principal, que é o de Greenwich.

No caso de um barco perdido, portanto, é preciso primeiramente determinar sua latitude que pode ir de 0° a 90º pela linha do Equador, e em seguida, a longitude, de 0° a 180º pelos meridianos, a partir do principal.

A latitude poderá ser norte ou sul, e a longitude leste ou oeste, com o direcionamento circunstancial (nordeste, sudoeste, etc.).

Depois de estabelecidas as coordenadas latitude-longitude, resta a localização exata.

O Globo está dividido em graus: Cada grau tem 60 minutos (60°) e cada minuto, 60 segundos (60°). Sobre o globo, entre um meridiano e outro são feitos os cálculos. Por exemplo, se um barco estiver localizado digamos entre 30 e 40 de longitude oeste, o cálculo de minutos e segundos dará a sua posição exata.

Suponhamos que você esteja no Rio de Janeiro. São 13:00 horas (1:00 PM) e você deseja saber que horas são em Paris, Roma, Cairo e Tóquio.

Faça girar o globo até que o Rio de Janeiro se encontre diretamente debaixo da Régua de Meridianos. Coloque o quadrante horário de modo que a hora 1:00 (PM) também apareça diretamente debaixo da Régua de Meridianos.

O indicador estará então alinhado com Rio de Janeiro.

Agora, faça girar o globo outra vez, até que Paris esteja sob a Régua de Meridianos e observe a leitura do quadrante horário, que deverá marcar 16:00 horas (4:00 PM).

Repita o mesmo processo e faça girar o globo até que Roma esteja sob a Régua de Meridianos. Alí são 17 horas (5:00 PM).

Se fizermos o mesmo com a cidade do Cairo veremos que lá são 18 horas (6:00 PM). Seguindo para Tóquio, o dia já estará findo, pois é uma hora da manhã seguinte.

O quadrante horário está dividido em seções de meia hora, podendo, contudo, calcular-se unidades menores de tempo, com relativa exatidão. Para medir distâncias e viajar por rotas do círculo máximo.

Quando se viaja por longas distâncias sobre a Terra, é mais conveniente seguir as rotas do círculo máximo, já que estas representam sempre a distância mais curta entre dois pontos.

No globo, como na Terra, um círculo máximo segue uma linha reta. No mapa plano, qualquer parcela de um círculo máximo aparece como uma linha curva e aparenta ser uma rota com desvio. Por esta razão, uma linha reta traçada sobre um mapa plano se converte em uma linha curva sobre o globo; portanto, é uma linha ou rota mais comprida que um círculo máximo.

Como o globo é a reprodução da Terra as rotas que aparecem como as mais diretas nele, são as mais curtas.

O círculo máximo se chama máximo porque é o maior círculo que se pode traçar sobre um globo.

O Equador é um círculo máximo, ao passo que o Trópico de Câncer e o Trópico de Capricórnio são círculos menores.

Quando obstáculos de terra firme, gelo ou correntes marinhas perigosas, não se interpõem na rota, os navios procuram navegar pelos círculos máximos; mas, para os aviões essas dificuldades não existem e podem rodear o globo todo, atravessando oceanos, montanhas e continentes com a mesma facilidade.

Seguindo círculos máximos em lugar das antigas rotas comerciais por mar e terra, abrevia-se o tempo e encurtam-se as distâncias.

É agradável “viajar” pelo globo e seguir as rotas de círculo máximo que são, hoje, as rotas aéreas.

Agora que você sabe como achar lugares determinados em seu globo, procure traçar e medir distâncias.

Para a medição, é suficiente um barbante. Faça um nó numa das pontas, para usá-lo como ponto de partida.

Estenda-o ao comprido da rota que deseja medir e marque com uma caneta no barbante, o ponto de destino.

Para saber quantos quilômetros distam os dois pontos que deseja medir, basta estender o fio sobre a escala do Equador colocando o nó em 0º e, após verificar quantos graus tem o comprimento do barbante, multiplique o número de graus por 128 km.

(Os graus estão representados por números azuis seguidos do símbolo de grau sobre a linha do Equador. Ex.: 180º é o número que ladeira o Meridiano de Greenwich, um grau no círculo máximo sempre equivalente a 128 km).

Assim você saberá a quilometragem total. Calcule a velocidade do avião em 800 km. por hora, e terá também o tempo que aproximadamente levará para chegar de um ponto ao outro.

Faça outras experiências, tomando outras cidades, tais como Brasília ou São Paulo, como ponto de partida e procure achar suas distâncias de outros centros urbanos, tais como Paris, Roma, Nova York ou Tóquio.

Ao traçar rotas sobre o globo, imediatamente você descobrirá que muitas das rotas de círculo máximo mais importantes passam por sobre o Polo Norte. A região dos gelos eternos do Norte já não é uma barreira para os aviões que voam por sobre o Norte com destino ao Oriente e a outros centros importantes do mundo.

 

OS MERIDIANOS

meridianos

 

São linhas imaginárias que correm verticalmente no Globo, passando pelos dois polos.  Ao contrário dos paralelos, todos os meridianos apresentam o mesmo diâmetro e o mesmo comprimento e divide a Terra em duas metades. Correm do Polo Norte ao Polo Sul as linhas de longitude, numeradas ao redor do Equador de 10º em 10º para Leste (direita) e para Oeste (esquerda) do primeiro meridiano de Greenwhich (0°).

Os meridianos são numerados de 0º sobre o primeiro meridiano, até 180º, correspondendo exatamente a uma linha oposta.

 

OS PARALELOS

paralelos

 

São linhas imaginarias que correm no sentido horizontal, lado a lado do Equador, dividindo o planeta em duas metades: Hemisfério Norte e Hemisfério Sul. À partir do Equador e em direção aos polos traçam-se outros paralelos cada vez menores.

Servem para marcar as latitudes que podem ser norte ou sul, conforme o hemisfério que se encontra o referido ponto. Daí o cognome de linhas de latitude.

A latitude vária de 0º, sobre o Equador até 90º que corresponde a cada um nos polos.

 

GRAUS E FRAÇÕES

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Unindo os eixos, há um arcograduado no Globo Terrestre. Qualquer círculo, não importa seu raio, é medido mediante seccionamento em graus.

Cada grau, portanto, representa uma fração desse círculo. O Globo Terrestre está dividindo em 360 secções, correspondentes a 360º, com numeração intervalada de 10 em 10º.

O Globo que você vê, está apoiado em um suporte que possui um eixo que liga os dois polos. Desta maneira, você poderá girar o mundo da mesma maneira que a Terra realiza seu movimento de rotação.

Este suporte possui um arco semicircular de plástico transparente e graduado, cuja numeração de 10° em 10° (com suas respectivas frações) coincide com os paralelos impressos na esfera.

Este arco, ou Régua de Meridiano, além de permitir girar a esfera, também mostra a latitude de qualquer ponto sobre a superfície terrestre.

 

RÉGUA DE MERIDIANO

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Verifica a posição de um lugar da Terra. Por exemplo, se girarmos a esfera do globo de modo que a cidade de Roma coincida com a Régua de Meridiano, observamos que esta cidade está posicionada no número 42 da régua (números que representam os paralelos horizontais, ou seja a longitude).

Esta cidade situa-se no Hemisfério Norte da Terra. Portanto, está a 42° de latitude norte. Observe que a régua coincide ao meridiano (vertical) 10°, à esquerda (Leste) do primeiro meridiano (de Greenwich).

Portanto, Roma está à 10° de longitude Leste e a 42° de latitude Norte.

 

DISCO DE CÁLCULO

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Cobrindo o Polo Norte do Globo Terrestre, há um disco de plástico.

O disco ao lado está dividido em 24 partes iguais cuja numeração representa cada uma das horas do dia, partindo do meio-dia para a meia-noite e da meia-noite para o meio-dia.

A metade do disco tem o símbolo da Lua, para indicar as horas da noite. A outra metade tem o símbolo do Sol, para indicar as horas de luz, desde o amanhecer ao pôr do sol.

Está regulado para representar o meio-dia (12:00 hs), o anoitecer (18:00 hs), a meia-noite (24:00 hs) e o alvorecer (6:00 hs).

 

ESCALA

É o meio de redução nos mapas de superfície de regiões levantadas. São várias as suas formas de indicação sendo a mais comum o uso de uma fração ordinária. Nela o numerador indica a redução e o denominador representa a área real. O primeiro cuidado na consulta de um mapa, portando, é o de verificar sua escala, pois o uso varia com ela.

Na escala 1 : 100.000 entende-se que um milímetro do mapa representa cem metros da região que ele focaliza. As escalas 1 : 20.000 e 1 : 30.000 destinam-se a mapas de regiões pouco extensas; os de escalas 1 : 100.000 e 1 : 200.000 são destinados à reprodução de pequenos países ou regiões, ou regiões de países maiores. As grandes áreas utilizam a escala 1 : 1.000.000.

 

Escala Gráfica – 1 : 500

escala-grafica

 

Outro detalhe importante das cartelas geográficas são as curvas de nível ou anchuras. Constam também as linhas de altitude, com curvas de nível estabelecendo ligações.

Os mapas podem ser dos mais diversos tipos e para atender as diferças necessidades, focalizando regiões, produções, fenômenos, vegetações e outras.

 

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As cartas planas prestam grandes serviços e atendem as finalidades que se destinam. Mas, cumpre notar que elas derivam de projeções parciais, focalizando uma parte. É nesse particular que o Globo se torna insuperável pois permite uma visão global da Terra.

 

GUIA PRÁTICO

 

Os Pontos Cardeais

Um problema para a geografia é a questão da orientação. Para solucionar o proble-ma estabeleceram-se 16 pontos de orientação: quatro pontos cardeais e oito subcolaterais.

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Os quatro pontos CARDEAIS e suas abreviaturas são:

1) N – Norte ou Setentrião,

2) S – Sul ou Meridião.

3) E – Este ou Leste, Nascente, Oriente.

4) W – Oeste ou Poente. Ocidente.

 

Os quatro pontos COLATERAIS e suas abreviatiras são:

1) NE – Nordeste, entre o Norte e o Leste,

2) SE – Sudeste, entre o Sul e o Leste,

3) NW – Noroeste, entre o Norte e o Oeste e

4) SW – Sudoeste, entre o Sul e o Oeste.

 

Os oito pontos SUBCOLATERAIS e suas abreviatiras são:

1) NNE – Nor-nordeste, situado entre o Norte e o Nordeste,

2) ENE – Es-nordeste, situado entre o Leste e o Nordeste,

3) ESE – Es-sudeste, situado entre o Leste e o Sudeste,

4) SSE – Su-sudeste, situado entre o Sul e o Sudeste,

5) NNW – Nor-noroeste, situado entre o Norte e o Noroeste,

6) WNW – Oes-noroeste, situado entre o Oeste e o Noroeste,

7) WSW – Oes-sudoeste, situado entre o Oeste e o Sudeste e

8) SSW – Su-sudoeste, situado entre o Sul e o Sudoeste.

 

O único meio de localizarmos corretamente esses pontos é através da bússola.  A bússola tem uma agulha magnética que está sempre voltada para o pólo magnético, localizada próximo ao Polo Norte; assim girando o mostrador de forma que a agulha coincida com o Norte, obteremos 16 pontos de orientação.

 

bussola

 

DIFERENÇA DE HORÁRIO

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O espaço entre um e outro meridiano forma um fuso horário. Os fusos horários são indispensáveis ao  acompanhamento de horários das diferentes regiões. Cada fuso está intervalado em 15º, num total de vinte e quatro.

Cada fuso representa uma hora e a soma total dos fusos corresponde, portanto, a 24 horas, ou um dia. Os fusos horários são calculados a partir de um ponto referencial, situado em Greenwich, um pequeno distrito urbano de Londres.

Os fusos são contados, a Leste ou a Oeste de Greenwich.

Sabemos que os dias e as horas não são os mesmos em todos os lugares. Enquanto você pode estar despertando com um bonito e ensolarado amanhecer, no mesmo instante alguém, do outro lado do Planeta, boceja preguiçosamente, preparando-se para dormir sob o silêncio da noite que caiu. Como dissemos há pouco, sobre o Globo Terrestre foram traçados os meridianos (palavra de origem latina significando meio-dia). Os lugares abrangidos por um meridiano, tem o seu meio-dia próprio, enquanto são onze horas no meridiano precedente e treze horas no meridiano posterior.

Meio-dia, significa sol-a-pino, isto é, exatamente sobre as nossas cabeças.

Antes dos fusos horários, o único modo de se calcular as horas era o de basear-se no meio-dia, com o inconveniente de cada lugar ter um horário diferente. A convenção dos fusos regionalizou os horários de forma que os padrões estabelecidos eliminaram o inconveniente. Ficou estabelecido, por exemplo, que quando é meio-dia numa região cortada por um meridiano, é meia-noite no meridiano do oposto correspondente. Fuso, mais precisamente é a faixa que vai de um polo a outro. Todos os locais abrangidos por um fuso obedecem o mesmo horário.

 

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